sábado, fevereiro 11, 2012

Ame-se




DEZ PASSOS PARA SE AMAR
Por Louise Hay 

1 - Parem com toda a crítica
A crítica nunca muda coisa alguma. Recusem criticar-se.
Aceitem-se exatamente como vocês são. Todos mudam.
Quando vocês se criticam, suas mudanças são negativas.
Quando se aprovam, suas mudanças são positivas. 

2 - Não se alarmem
Parem de se aterrorizar com seus pensamentos.
Encontrem uma imagem mental que lhes dê prazer e imediatamente desviem os seus pensamentos para algo agradável. 

3 - Sejam gentis, bondosos e pacientes
Tratem-se com paciência, gentileza e bondade.
Tratem-se como fariam com alguém a quem amassem. 

4 - Sejam gentis com sua mente
Odiar-se é somente odiar os seus próprios pensamentos.
Mudem gentilmente os seus pensamentos para pensamentos mais amorosos.

- Elogiem-se
A autocrítica deprime o espírito interior.
A exaltação o edifica.
Afirmem a vocês mesmos como é apropriado o que estão fazendo com tudo. 

6 - Apoiem-se
Aproximem-se dos amigos e permitam com que eles os ajudem.
Ser forte é pedir por ajuda quando mais precisam. 

7 - Sejam amorosos com seus pontos negativos
Reconheçam que os criaram para satisfazer uma necessidade.
Agora estão encontrando novas maneiras positivas
de preencherem estas necessidades.
Liberem os velhos padrões. 

8 - Cuidem do seu corpo
Aprendam sobre nutrição.
O que o seu corpo necessita para ter a energia e a vitalidade ideal?
Aprendam sobre exercícios.
Estimem o templo em que vocês vivem. 

- Trabalho do Espelho
Olhem dentro dos seus olhos freqüentemente.
Expressem o sentido crescente do amor que sentem por vocês mesmos.
Perdoem-se por tudo, enquanto se fitam no espelho.
Uma vez ao dia digam -
"Eu amo você" - para vocês mesmos no espelho. 

10- Façam-no Agora
Não esperem até que vocês fiquem bem, percam peso ou recebam um novo emprego.
Comecem agora, façam o melhor que puderem.



Extraído do Livro "Criando uma Abordagem Positiva" por Louise Hay 
Traduzido por: Regina Drumond  -  reginamadrumond@yahoo.com.br




quarta-feira, fevereiro 08, 2012

Premio de amigos virtuais



Essa história de blogs, internet, amizade virtual... isso é realmente algo incrível, quando bem usado.

Conheci muita gente bacana deste jeito.

E olha só minha surpresa... ganhei mais um premio virtual, outorgado pela minha mais recente amiga – virtual também – Montserrat do blog http://montserrat-miscreacioness.blogspot.com/ e http://mis-fondos-montserrat.blogspot.com/

Então, a regra é responder a seguinte pergunta:  “o que significa meu blog para mim”... bem, a resposta é que criei este espaço para compartilhar esta técnica de cura maravilhosa que é a EFT e colocar mensagens de como viver melhor... é isso.

Sendo assim, devo  escolher outros blogs para também repassar o prêmio.

Repasso para:         http://claudiaroma.blogspot.com/  
                                   http://deusasefadas.blogspot.com/
                                   http://luardamandala.blogspot.com/


Obrigada, Montserrat, pelo carinho.



quinta-feira, fevereiro 02, 2012

O Corpo de dor - aprenda a identificá-lo


Ao passarmos por determinadas situações as quais consideramos negativas, nosso corpo e mente geram emoções desagradáveis como medo, raiva, tristeza, culpa e outras. Na hora do evento há um pico emocional. Com o passar do tempo a emoção vai diminuindo de intensidade e deveria desaparecer completamente em alguns minutos ou horas. Entretanto, o que ocorre muitas vezes é que um resto emocional de uma determinada situação pode simplesmente não se dissolver e ficar guardado dentro de nós indefinidamente nos causando muitos prejuízos.

Imagine uma pessoa que recebeu a súbita notícia de que está sendo demitida. Muitas sensações desagradáveis vão surgir nesse momento: medo do futuro, tristeza, sentimentos de injustiça, talvez alguma rejeição. Passado certo tempo aquelas emoções vão perdendo a força. Depende de pessoa para pessoa a velocidade e profundidade com que isso acontece. Uns rapidamente podem voltar a ficar bem enquanto outros podem demorar dias ou semanas. Mas mesmo depois que já estamos aparentemente bem, pode ainda ter ficado um resto emocional gerado no evento da demissão que não se dissolveu por completo. E essa emoção poderá ser observada meses ou até mesmo anos depois do fato.

E como é possível saber se ficou um resto emocional e como observá-lo? A princípio é bem simples. Ao lembrar da situação do passado, ainda surge algum desconforto emocional ou a sensação é de paz cem por cento? Ao trazer à tona a lembrança da demissão surge ainda alguma tristeza, injustiça, mesmo que seja em um nível bem menos intenso? Caso ainda surja qualquer tipo de desconforto, mínimo que seja, significa que uma parte da emoção gerada naquele evento ainda permanece em nós.

Mas não seria normal sentir sentimento ruins ao lembrarmos de situações desagradáveis do passado? É normal no sentido de ser algo comum para maioria, mas não é saudável guardar essa negatividade. É preciso ficar claro que tem como ser diferente.

Esse resto emocional fica guardado dentro de nós, no inconsciente, causando diversos tipos de problemas. Vamos voltar ao exemplo citado da demissão. Suponhamos que ao lembrar da situação ainda surja um sentimento de injustiça. Isso quer dizer que essa injustiça fica latente dentro da pessoa e o tempo inteiro influencia a forma como ela pensa e age. Ao passar por uma nova situação de injustiça, a reação dessa pessoa será mais intensa por que o sentimento novo acordará e se somará com o antigo amplificando o sofrimento.

É possível também que essa pessoa deixe de fazer algo, ouse menos, por medo de sofrer novamente a mesma injustiça do passado. Sua autoestima fica prejudicada com aquele sentimento que não se dissolveu. Seu crescimento profissional poderá ser bastante afetado. Enfim, uma série de consequências negativas ocorrem e na maioria das vezes nem temos consciência de que a causa é uma emoção ou várias que temos e que não foram dissolvidas.

A energia dessa emoção guardada será ativada em determinadas situações, e de uma forma sorrateira irá influenciar de forma decisiva o que vamos dizer, pensar e fazer. É como se ficássemos em parte possuídos por uma entidade que mora dentro de nós, uma entidade chamada de "injustiça", "raiva", "medo" o outro sentimento qualquer. É como se essa emoção tivesse vida própria, pois ela cria um mecanismo de sobrevivência e nos usa para se alimentar.

A cada nova injustiça, o sentimento de injustiça interior cresce e nossa mente irá gerar mais e mais pensamentos para fortalecê-la. Nossas palavras, pensamentos e reações irão aumentar ainda mais a injustiça. Depois que a situação passar, iremos ainda alimentá-la lembrando do que ocorreu e também contando para outras pessoas o fato. Assim a emoção cumpre seu papel e cresce indefinidamente.

Observando de uma forma mais ampla, não temos só um evento onde uma emoção não foi dissolvida cem por cento. Temos centenas. Uns mais intensos, outros menos. E cada emoção funciona como uma pequena entidade dentro nós influenciando de forma contundente nossas ações.

Somando todas essas energias não dissolvidas, teremos uma grande entidade formada por emoções negativas. É o que o autor Eckhart Tolle em seu livro "Um novo mundo, o despertar de uma Nova Consciência" chama de corpo de dor. Eu às vezes chamo de carga emocional negativa ou corpo de sofrimento. Podemos chamar também infelicidade interior.

Por não termos consciência dessa energia que habita dentro de nós como se fosse uma entidade que deseja crescer cada vez mais, acabamos por permitir que ela nos domine e nos use para esse propósito. O corpo de dor precisa da nossa falta de percepção da sua existência e de seus mecanismos de alimentação para que ele possa prosperar. Uma vez que começamos a identificar a sua atuação é que começa a ser possível não  mais cair em seus mecanismos sabotadores que perpetuam o sofrimento.

Vamos supor que você guarde um sentimento de rejeição lá da infância. Essa energia faz parte do seu corpo de dor. Quando ocorrer uma nova situação de rejeição aquela emoção lá do passado virá a tona para se alimentar. Essa emoção vai provocar vários pensamentos negativos que vão energizar ainda mais a rejeição sentida. Assim o sentimento cresce. A situação passa e rejeição volta a ficar escondida esperando novas oportunidades. Essa é uma de suas estratégias de fortalecimento.

Mas a rejeição pode se alimentar mesmo que não haja um evento externo. Essa energia começa a criar pensamentos negativos e nós nos deixamos nos levar por eles e assim energizamos ainda mais a rejeição. Ficar lembrando e remoendo de um fato do passado é um exemplo desse mecanismo.

Ao tomarmos conhecimento desses processos é possível começar a prática da identificação da ação do corpo de dor. E ao identificar sua atuação fica mais fácil, ou menos difícil pelo menos, deixar de alimentá-lo. Ver a sua atuação é como jogar um holofote de luz sobre ele. O corpo de dor é sorrateiro e precisa da escuridão, da nossa não percepção para atuar livremente.

Quando não sabemos de nada disso ele nos manipula completamente pois pensamos que faz parte de quem nós somos. Ao identificarmos sua atuação começamos a entender que é apenas uma energia de sofrimento que está dentro de nós, mas que não faz parte da nossa essência, e que deseja crescer. Observar o corpo de dor atuando e não o alimentar é uma prática que precisamos aprender se quisermos parar de fomentar a infelicidade.

Na hora em que a emoção vem a tona e começa gerar sofrimento e pensamentos negativos, dependendo da sua intensidade, sua força pode ser extremamente envolvente e convincente nos levando a um estado de inconsciência, ou seja, um estado de não percepção do mecanismo de alimentação do sofrimento. Quando a emoção é menos intensa, sua força será menor é fica mais fácil observá-la sem alimentá-la.

A prática da EFT é uma poderosa aliada para ajudar a dissolver o corpo de dor. Com ela conseguimos dissolver a energia guardada desses sentimentos de uma forma relativamente mais fácil e rápida. Mesmo aqueles sentimentos mais intensos podem ser dissolvidos com a EFT com relativa facilidade. Sempre que a emoção negativa vem à tona, podemos aplicar a técnica e ter um alívio profundo naquele momento. É também muito importante que se faça uma lista de eventos passados que nos incomodam, que ainda tem carga emocional, para que se possa de forma paciente e persistente dissolver essa energia aplicando EFT. Assim o corpo de dor se enfraquece e começaremos a sentir mais paz e felicidade.


Andre Lima
www.eftbr.com.br





segunda-feira, janeiro 02, 2012

HARMONIA E EQUILÍBRIO



Um novo ano se inicia, portanto vamos aproveitar para fazer tudo melhor sempre.
Comecemos por agradecer... agradecer tudo de bom que a vida lhe tem dado.
Faça seus pedidos e trabalhe para realizá-los.

Organize seu lar, limpe tudo, jogue fora o que não precisa. Coloque flores, aromatize o ambiente, transforme tudo em um cantinho especial e acolhedor. E abençoe seu lar e todos que moram ali.

Harmonizando seu lar, procure também se harmonizar internamente. Procure estar sempre em equilíbrio, tenha somente pensamentos positivos.
Faça um profundo trabalho de perdão, perdoando a si mesmo e aos outros. Mesmo que seja difícil, tente. Você se sentirá muito melhor depois disso.

Abra o coração e limpe tudo aquilo que está guardado ali dentro, mas que de nada serve... mágoas, ressentimentos, raivas, tristezas... jogue tudo fora e deixe o amor e a alegria entrar.

Agradeça por tudo sempre, ame-se e ame a todos, espalhe energia positiva onde quer que vá. Respeite a natureza e trabalhe para preservá-la.

Agindo assim, você sempre estará em harmonia e sua saúde estará sempre em perfeito equilíbrio.

Você merece e sua missão é ser feliz!








domingo, dezembro 11, 2011

FELIZ NATAL !

Desejo a Todos...

Vi um caminhão cheio de árvores de Natal e cada uma tinha uma história para contar. 
O motorista colocou-as em fila e ficou à espera que as pessoas as viessem comprar. 
Pendurou umas luzinhas brilhantes e uma placa em que se podia ler em encarnado: 
ÁRVORES DE NATAL PARA VENDER.

Quando o homem se servia de chocolate quente duma garrafa térmica fumegante, 
uma mãe, um pai e um menino pararam o carro apressados
e começaram a procurar a árvore mais bonita de todas.

O rapazinho ia à frente e com um olhar reluzente, exclamou:

- Elas têm cheiro de Natal, mãe! Sinto o cheiro de Natal em todo lado.
Vamos comprar uma árvore de quilômetros de altura.
A maior que pudermos encontrar. 
Uma árvore que chegue ao teto e nem dê para carregar. 
Uma árvore tão grande que até mesmo o Pai Natal, quando olhar, se admire e diga:
"Esta é a árvore mais bela que já vi neste Natal!”

Para achar o pinheirinho perfeito procuraram com muito cuidado.
Aqui e ali, e até mais de uma vez, o pai examinou e balançou mais de seis.

- Mãe, mãe, encontrei, encontrei, o pinheirinho do que mais gostei!
Tem um raminho partido, mas pode ficar disfarçado.
Do anjinho da avó tiraremos o pó e lá no alto ficará a guardar-nos. 
Podemos comprá-la? Por favor, por favor! - pediu com fervor.

- Que.tal um chocolate quente? - perguntou o vendedor indulgente, enquanto abria o termo para aquela gente. Isto sim vai aquecer o ambiente!

E em três pequenos copos de papel serviu o chocolate quente.
Brindavam esperançosos, a mais um feliz Natal.

- Escolheste muito bem. Este é realmente o melhor pinheirinho. 
Feliz Natal - disse o homem, amarrando o pinheiro com um cordão!
Mas o rapazinho estava triste porque o preço era alto demais
para o que o pai pudesse pagar.

Foi então que o vendedor lhe fez uma proposta:

- A árvore é tua com uma condição: tens de manter uma promessa.
Na noite de Natal, quando te fores deitar e rezar,
promete guardar no teu coraçãozinho o encanto do Dia de Natal!
E agora corre para casa, senão este vento gelado as tuas bochechas vai queimar. 

E assim foi, com o vento zunindo, durante toda a noite gelada. 
O bom homem ofereceu árvore, após árvore, após árvore.
Com cada pessoa que apareceu brindou com o chocolate quente.
E quem jurou manter a promessa de guardar no coração o encanto do Natal, 
saiu na noite contente, cantando canções alegremente.

Quando tudo acabou só uma árvore restou.
Mas ninguém estava lá para esta árvore adotar.
Então, o homem vestiu o seu grosso casacão e partiu para a floresta
com a última árvore da festa.
Deixou o pinheirinho perto de um pequeno riachinho,
para que as criaturas sem casa pudessem fazer dela a sua morada.
E sorria enquanto tirava os flocos de neve que na sua barba encontrava.

Foi então, que por detrás de um arbusto, uma rena quase lhe pregou um susto.
Olhou para ela e sorriu.

Fazendo uma festinha na grande criatura, pensou com brandura:

"Parece que o Natal chegou novamente!
Ainda temos muito chão e muitas coisas para fazer!
Vamos para casa, amiga, trabalhar neste Natal que vai começar".

Olhou para o céu, ouviu os sinos a tocar e, num pestanejar,
já lá não estava o vendedor. 

Howard D. Fencl












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